4 Tarefas para Banir o Medo, a Raiva e a Culpabilização (proteja-se hoje mesmo!)

O medo é uma emoção inibidora que nos faz sentir inúteis, e que bloqueia o nosso desenvolvimento pessoal. O medo faz-nos sentir impotentes, faz-nos sentir que não conseguimos fazer nada para dar a volta a uma situação que nos aflige e inibe-nos de mostrar quem realmente somos e quais são as nossas forças.

O bloqueio também está associado ao medo a partir do momento em que nos sentimos frustrados e a única solução é desistir.

Imagine o medo como uma parede. Uma parede que você não quer partir e que lhe bloqueia o caminho para o destino que você mesmo quer seguir. O que acontece quando nós não queremos enfrentar os nossos medos e aquilo que nos aflige é a mesma coisa que virarmos as costas a essa parede e ficarmos estagnados no local onde encontrámos o obstáculo.

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Apresento-lhe abaixo alguns exercícios que pode seguir de forma a desbloquear medos, fobias e inseguranças que possam estar a colocar uma barreira na sua felicidade e desenvolvimento pessoal.

  1. Dê um nome às coisas – Visualização do Par de Meias

Eu imagino o medo como uma sombra muito escura que está cheia de pensamentos e sentimentos negativos.

Quando eu dou um nome a essa figura (medo de andar de avião, medo de comunicar/timidez, medo de falhar, medo de se tornar vulnerável, ou qualquer outro medo que possa existir), eu imagino que essa mesma figura subiu para os meus ombros durante uma meditação/visualização e como quando estamos a dobrar um par de meias – a figura enrolou-se completamente e desapareceu.

Quando desapareceu deixou um rasto de luz brilhante que encheu a minha alma de confiança e amor-próprio (porque o contrário de medo é segurança e confiança).

Se você acha que este exercício poderá funcionar consigo, tente fazê-lo com uma fobia específica. Anote os seus sentimentos e sensações antes e depois da meditação. É de extrema importância que você dê um nome ao seu medo, porque é dessa maneira que você vai ter a certeza o que é que está a enfrentar.

Saber o nome de alguma coisa dá-nos poder sobre essa coisa (neste caso, o poder da transformação).

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       2. Deitar abaixo paredes de tijolos – Visualização

As paredes de tijolos nesta atividade podem significar medos, problemas ou obstáculos. Eu devo dizer-lhe, antes de partilhar esta tarefa, que algumas paredes na nossa vida têm um propósito. Considere o problema com que está a lidar neste momento com mais afinco. Poderá ser demasiado cedo para prosseguir com esta atividade, ou será melhor você refletir sobre as coisas mais aprofundadamente antes de avançar. Pense sempre nos seus problemas com um propósito, com uma missão.

A História da Inês

A Inês é uma rapariga tímida que tem alguma dificuldade em falar com pessoas. No entanto, a professora de Português propôs-lhe que apresentasse um poema escrito por ela para uma audiência de 50 alunos da escola.

Desde que lhe deram essa indicação, a Inês tem-se sentido muito em baixo e mostra-se com alguma dificuldade em aceitar o caminho que tem pela frente.

Esta proposta da professora de Português não veio por acaso, nem foi uma coincidência. Foi uma prova que o Universo ofereceu à Inês para que ela se conseguisse desenvolver pessoalmente, neste caso – com a comunicação.

Mas voltando às paredes de tijolos…

Este é um exercício de visualização que tem ajudado várias pessoas ao redor do mundo a afastar os seus medos, por mais pequenos ou maiores que sejam.

Visualize-se a andar numa estrada que visualmente lhe agrada. Você sente-se confortável ao andar, sente-se leve e sente-se feliz. De repente, aparece uma parede de tijolos vermelhos que o encurrala no meio da estrada. Você não tem por onde ir. Não consegue voltar para trás, nem avançar para a frente, nem escapar pelos lados. Você está preso.

É agora que a magia começa.

Faça aparecer um martelo na sua mão. Esse martelo, metaforicamente, representa a sua força física e espiritual. Com toda a vontade que conseguir no momento, comece a partir a parede de tijolos. Essa parede é o seu medo.

Você, com a sua força espiritual está a lutar contra a barreira que o bloqueia. Poderá ser o medo de andar de avião, o medo de comunicar, o medo de falhar, etc.

Vá partindo a parede; começará a visualizar um raio de luz aos poucos enquanto a parede de desmorona.

Você finalmente conseguiu partir a parede. Ela não vai desaparecer, ela vai continuar ali, mas desta vez apenas desfeita em pedaços. E você agora pode andar livre, pode seguir o seu caminho, na estrada agradável que escolheu para passear.

Este exercício tem um efeito poderosíssimo, tente e verá os resultados quase imediatos. Repita se existir essa necessidade.

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Raiva e Culpabilização

Pense na raiva e na culpabilização com uma doença espiritual. São das piores sensações que qualquer ser humano pode sentir e destroem a alma de quem as sente.

Já se poderá ter apercebido que eu constantemente repito a palavra sentir, repetida em diversas conjugações verbais, nomes, adjetivos e outros pontos da gramática da língua portuguesa. Porque, de facto, é disso que se trata aquilo que falamos hoje aqui na Academia Mística. O sentimento.

Mas, como lhe estava a explicar, a raiva e a culpabilização são sentimentos que inclusivé afetam os mais pacíficos dos seres humanos. Até eles se sentem descontrolados e afetados por esse sentimento, que é Universal.

A única diferença entre quem conhece as energias e quem vive meramente no mundo mundano é que quem tem algum conhecimento energético consegue canalizar os sentimentos negativos para algo que poderá ser positivo.

Para melhor compreensão, recomendo-lhe que pratique alguma das atividades que lhe proponho abaixo.

3. Canalizar a Raiva I

Nem sempre eu consigo canalizar os meus sentimentos negativos para algo construtivo e que poderá ser útil mais tarde. Mas a verdade é que eu também sou um ser humano e também necessito de chorar, de gritar e de me passar para conseguir apreciar os momentos bons, aqueles que realmente importa, aqueles que me faze bem.

A primeira tarefa que lhe apresento para canalizar a raiva é utilize a sua força física.

Vá para o seu jardim (ou mesmo para dentro de casa, mas cuidado!) e parta algo. Dê pontapés, murros, grite, chore, rasgue e parta o que tem a partir.

Também funciona ter um saco de boxe em casa.

Poderá confirmar que no final você se irá sentir muito mais leve, como se um peso lhe tivesse saído de cima das costas. Porque de facto, saiu. Você conseguiu canalizar todos os seus sentimentos negativos para aquilo que partiu ou que estragou.

E aquilo que estragou já não tem utilidade. Ou será que tem?

Sim.

Pegue naquilo que partiu/estragou e coloque dentro de um saco preto do lixo. Ate bem o saco. De seguida, acenda 4 velas de cor preta, formando um círculo (cada vela para cada ponte cardeal : norte, sul, este e oeste). E no meio desse círculo coloque o saco preto com aquilo que partiu.

Diga toda a minha energia negativa está canalizada neste saco. Que com a chama da vela que se dissipa, também se dissipem todos os meus sentimentos negativos e tudo aquilo que me prejudica. Ao deitar este saco no lixo eu estou também a deitar no lixo, definitivamente tudo aquilo que só me faz mal. Que assim seja!

E assim será. Deite o saco no lixo, fora de casa e cumpra com aquilo que disse na sua oração de banimento de energias negativas.

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4. Canalizar a Raiva II

Existem outras formas de canalizar a nossa raiva. Num patamar mais mundano, experimente dar um passeio, fazer uma corrida ou tentar gritar o mais alto que conseguir. A prática destas atividades liberta energias de agressividade, raiva e possível culpabilização.

Ou também poderá tentar fazê-lo de uma perspetiva mais artística. Experimente pintar, ou esculpir ou escrever e depois destrua a sua obra de arte de modo a que possa ver a sua raiva a dissipar-se. O resultado será o mesmo do que a atividade anterior : você neste momento já estará calmo e pronto para lidar com essa situação.

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Muitos desafios esperam por nós neste milénio. O velho ditado ”nós somos o que comemos” tem muito que se lhe diga neste novo mundo. Eu posso escolher comer o lixo emoldurado dos noticiários de televisão e media que geram ódio, ideias erradas e prejudicam o meu bem-estar ou posso escolher viver de forma mais positiva através do preenchimento espiritual. Nós somos de facto aquilo que comemos e aquilo que consumimos.

Obrigada,

Duarte Mendes

E-mail : academiamistica@gmail.com 

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